A palavra do Presidente

O direito da força

Carta enviada ao ‘‘O Globo’’ em 11/01/2019
 
Na iminência da Segunda Guerra Mundial, enquanto as democracias amedrontadas propunham apaziguamento, desarmamento e acordos desonrosos, mais prosperavam a arrogância e a violência de Hitler. Quando decidiram pelo direito de usar a força, o mundo já havia mergulhado numa guerra generalizada. O preço da recuperação da paz foi altíssimo: milhões de mortos. A chamada política do não enfrentamento em face do assustador crescimento da criminalidade e do narcotráfico no Brasil, adotada nos últimos vinte anos (estes, sim, os verdadeiros "anos de chumbo") pelos governos de então, foi pelo mesmo caminho. Em vez das medidas inscritas na Constituição sob o Título V - “Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas” - preferiram o caminho da tergiversação diante da bandidagem. O resultado aí está, uma anarquia completa. O caos ora instalado no Ceará é o mais recente exemplo; outros virão. Qualquer brasileiro medianamente não alienado sabe disso. Contra a violência organizada, somente o legítimo uso da força resolverá a questão. Quem sobreviver verá.
 
Rui da Fonseca Elia
Vice-Almirante (Ref) – Presidente do Clube Naval.

Quem luta pelo comunismo tem o poder de lutar e não lutar

Quem luta pelo comunismo tem o poder de lutar e não lutar, de dizer a verdade e não dizer a verdade; prestar serviços e negar serviços; manter a palavra e não cumprir a palavra; enfrentar o perigo e evitar o perigo; identificar-se  e não identificar-se.
Quem luta pelo comunismo tem de todas as virtudes apenas uma: a de lutar pelo comunismo.

Bertold Brecht, A medida punitiva  (citado pelo jornalista William Waack, em seu livro  Camaradas)

Este trecho do pensamento de Bertold Brecht, dramaturgo e poeta alemão, marxista-leninista muito festejado pela nova esquerda brasileira, resume em poucas palavras o relativismo moral que baliza sua perversa doutrina.           

Páginas